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domingo, 19 de agosto de 2018

Um excelente artigo do Wikipedia, que fala o conceito sobre Interface ATM, geralmente encontrada nas configurações dos modens caseiros. Mas afinal, o que seria esse tipo de interface e para que serve?
Esse artigo foi retirado na integra do site Wikipedia, e apresenta um ótimo conteúdo que fala sobre o assunto.


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Modelo OSI
CamadaProtocolo
7.AplicaçãoHTTPRTPSMTPFTPSSHTelnetSIPRDPIRCSNMPNNTPPOP3IMAPBitTorrentDNS ...
6.ApresentaçãoXDRTLS ...
5.SessãoNetBIOS ...
4.TransporteNetBEUITCPUDPSCTPDCCPRIP ...
3.RedeIP (IPv4IPv6), IPsecICMPARPRARPNAT...
2.Enlace EthernetIEEE 802.1QHDLCToken ringFDDIPPPSwitchFrame relayATM ...
1.FísicaModem, , 802.11 Wi-FiRDISRS-232EIA-422RS-449BluetoothUSB10BASE-T100BASE-TXISDNSONETDSL...
Placa de interface de rede IBM Turboways ATM 155 PCI
Placa de interface de rede Marconi ForeRunnerLE 25 ATM PCI
Asynchronous Transfer Mode (ATM) é, de acordo com o ATM Forum, "um conceito de telecomunicações definido pelos padrões ANSI e ITU (formalmente CCITT) para transporte de uma variedade completa de tráfego de usuários, incluindo sinais de vozdados e vídeo.[1] O ATM foi desenvolvido para atender as necessidades do Broadband Integrated Services Digital Network, como definido em meados dos anos de 1980, e projetado para unificar as telecomunicações e as redes de computadores. Ela foi projetada para uma rede que deve manipular tanto tráfego tradicional de dados de altas taxas de transferência (e.g., transferências de arquivos), e conteúdo de baixa latência e de tempo real como voz e vídeo. O modelo de referência para o ATM mapeia aproximadamente às três camadas mais inferiores do modelo de referência OSIcamada de redecamada de enlace de dados e camada física.[2] O ATM é o protocolo núcleo usado sobre a espinha dorsal (backbone) SONET/SDH da rede pública de telefonia comutada (PSTN) e Rede Digital de Serviços Integrados (ISDN), mas seu uso está declinando em favor do todo IP.
O ATM fornece funcionalidade que é similar a redes de comutação de circuitos e comutação de pacotes: ele usa multiplexação por divisão de tempoassíncrona,[3][4] e codifica os dados em pacotes (quadros ISO-OSI) pequenos e de tamanho fixo chamados de células. Isto difere-se das abordagens como o Internet Protocol ou o Ethernet que usam pacotes e quadros de tamanho variável. O ATM usa um modelo orientado a conexão no qual um circuito virtual deve ser estabelecido entre dois pontos fins antes que a real troca de dados inicie.[4] Estes circuitos virtuais podem ser "permanentes", i.e. conexões dedicadas que são normalmente pré-configuradas pelo provedor de serviços, ou "comutados", i.e. configurados sobre uma base por-chamada usando sinalização e desconectados quando a chamada é terminada.
ATM, eventualmente, tornou-se dominada somente pela tecnologia Internet Protocol (IP).

Histórico[editar | editar código-fonte]

O ATM surgiu em 1990 e é o nome dado a "Asynchronous Transfer Mode" [ Modo de Transferência Assíncrono ], desenvolvido pela International Telecommunications Union (ITU) e Internet Engineering Task Force (IETF).[5] Foi desenhado como um protocolo de comunicação de alta velocidade que não depende de nenhuma topologia de rede específica. Usa uma tecnologia de comutação de células de alta velocidade que pode tratar tanto dados como vídeo e áudio em tempo real.

Fórum ATM[editar | editar código-fonte]

Consórcio entre a UTI e IETF. O Forum ATM foi criado com o intuito de padronizar o ATM. O qual entregou para a sociedade uma referência que dividiu o ATM em três camadas: ATM Adaptive layer (AAL), a camada ATM e a camada física. Após várias fusões em 2009 fundiu-se com o Broadband Forum

Estrutura[editar | editar código-fonte]

Baseado na tecnologia de comutação de pacotes através de circuitos virtuais, o ATM faz uso de pacotes (células) de tamanho fixo de 53 bytes (48 bytes de dados e 5 de cabeçalho). O campo de dados (também chamado de payload) é pequeno para otimizar o atraso na rede; eficiência da transmissão e a complexidade da implementação. O tamanho do payload foi definido entre a disputa entre Europa e EUA. O primeiro desejava 32 bytes de payload, o segundo 64. A solução foi a média aritmética entre os dois.[6]
Este tipo de transmissão de dados é escalável, permitindo que as suas células possam ser transportadas de uma LAN para outra através de uma WAN. A velocidade do ATM começa em 25 Mbps, 51 Mbps, 155 Mbps e superiores. Estas velocidades podem ser atingidas com cabeamento de cobre ou fibra óptica (com a utilização exclusiva de cabeamento em fibra óptica pode-se atingir até 622.08 Mbps).[7]
Por ser orientado a conexão é possível dar suporte à QoS em determinado tipo de rede.
As camadas ATM podem ser resumidas como abaixo:
  • AAL: dá suporte a diferentes tipos de tecnologias;
  • Camada ATM: define e estrutura da célula ATM;
  • Camada física: interface com o canal de comunicação;

Canais virtuais[editar | editar código-fonte]

O ATM faz uso de conexões virtuais para transportar os pacotes através da rede. A menor estrutura da comunicação ATM é o canal virtual ( virtual channel - VC) que é a conexão entre os pontos transmissor/receptor. Apesar de aparentar apenar um circuito, são na realidade dois (uplink e downlink) e os dois possuem seus próprios QoS. Vários VC's podem ter o mesmo caminho entre os nodes da rede, assim eles são aglutinados em caminhos virtuais (Virtual Path - VP). Podem ser permanentes (Permanent Virtual Connections - PVC); chaveadas (Switched Virtual Connections- SVC) e semi permanentes (Soft Permanent Virtual Connections-SPVC).[8] As conexões são configuradas manualmente para prevenir erros entre os pontos de conexão, apesar de tornar a programação dos caminhos muito complexa para o programador. Cada enlace da rede é chamado de enlace de caminho virtual ( Virtual Path Link- VPL). Cada VC e VP tem sum número de identificação chamados VCI (virtual channel identifier) e VPI (virtual path identifier). Finalmente, o caminho fim-a-fim é chamado de conexão de caminho virtual (Virtual Path Connection - VPC). Esta estrutura pode ser resumida na imagem abaixo:

Camada de adaptação ATM: AAL[editar | editar código-fonte]

Esta camada é responsável por adaptar o fluxo de informações o ATM e as camadas superiores suportando diferentes protocolos. Esta camada é regida pela recomendação I.362 e pode ser resumida conforme o quadro abaixo:
AspectoCLASSE ACLASSE BCLASSE CCLASSE D
Relação temporal entre fonte e destinoRequeridaRequeridaNão requeridaNão requerida
taxa de bitsConstanteVariávelVariávelVariável
modo de conexãoOrientado a conexãoOrientado a conexãoOrientado a conexãoNão orientado a conexão
protocoloAAL 1AAL 2AAL ¾ E AAL 5AAL ¾ E AAL 5
É nesta camada que ocorre a fragmentação da informação, bem como a sua remontagem

Célula ATM[editar | editar código-fonte]

Todo pacote ATM é formado por um cabeçalho e mais payload. O cabeçalho tem o tamanho máximo de 5 bytes e é composto por:
Generic Flow Control:informações entre cliente e switch o qual permite ao primerio switch da rede controlar o fluxo de dados. contudo não é utilizado. Usa 4 bits de dados.
Virtual Path Identifier: identifica qual VPI utilizar. No switch somente a tabela de comutação é guardada, e não o circuito. Usa 8 bits de dados na célula UNI e 12 na NNI.
Virtual Channel Identifier: identificação do canal virtual. Usa 16 bits de dados. Juntamente com os 8 ou 12 bits de endereçamento do VPI é possível configurar 256 ou 4096 caminhos e mais de 65 mil canais diferentes para uma célula.
Payload Type Identifier: informa o tipo de dado que está sendo transmitido. Esta no formato de 3 bits, e identifica conforme a tabela abaixo:
PTI | SIGNIFICADO
000 | CÉLULA DE DADOS DO USUÁRIO ,  SEM CONGESTIONAMENTO, CÉLULA TIPO 0
001 | CÉLULA DE DADOS DO USUÁRIO ,  SEM CONGESTIONAMENTO, CÉLULA TIPO 1
010 | CÉLULA DE DADOS DO USUÁRIO ,  COM CONGESTIONAMENTO, CÉLULA TIPO 0
011 | CÉLULA DE DADOS DO USUÁRIO ,  COM CONGESTIONAMENTO, CÉLULA TIPO 1
100 | CÉLULA ASSOCIADA AO FLUXO OAM F5 DE SEGMENTO
101 | CÉLULA ASSOCIADA AO FLUXO OAM F5 FIM A FIM
110 | GESTÃO DE RECURSOS
111 | RESERVADO
Cell Loss Priority: identifica a prioridade da célula em caso de congestionamento.
Header Error Check : CRC, faz uso do polinômio 
Abaixo pode ser visto a estrutura dos dois tipos de cabeçalhos:
Célula UNI (user-to-network interface)
|     7     |     6     |     5     |     4     |     3     |     2     |     1    |      0     |
|-----------------------------------------------------------------------------------------------|
|             Generic Flow Control              |          Virtual Path Identifier              |
|                  (GVC 4 bits)                 |                (VPI 4 bits)                   |
|-----------------------------------------------------------------------------------------------|
|            Virtual Path Identifier            |          Virtual Channel Identifier           |
|                  (VPI 4 bits)                 |                (VCI 4 bits)                   |
|-----------------------------------------------------------------------------------------------|
|                                  Virtual Channel Identifier                                   |
|                                         (VCI 8 bits)                                          |
|-----------------------------------------------------------------------------------------------|
|      Virtual Channel Identifier               |      Payload Type Identifier    | Cell Loss   |
|            (VCI 4 bits)                       |              (PTI 3 bits)       |Priority(CLP)|
|-----------------------------------------------------------------------------------------------|
|                                      Header Error Check                                       |
|                                         (HEC 8 bits)                                          |
|-----------------------------------------------------------------------------------------------|
|                                                                                               |
|                                                                                               |
|                                             Payload                                           |
|                                            (48 bytes)                                         |
|                                                                                               |
|                                                                                               |
-------------------------------------------------------------------------------------------------
Célula NNI (networ-to-network interface)
|     7     |     6     |     5     |     4     |     3     |     2     |     1    |      0     |
|-----------------------------------------------------------------------------------------------|
|                               Virtual Path Identifier                                         |
|                                      (VPI 8 bits)                                             |
|-----------------------------------------------------------------------------------------------|
|            Virtual Path Identifier            |          Virtual Channel Identifier           |
|                  (VPI 4 bits)                 |                (VCI 4 bits)                   |
|-----------------------------------------------------------------------------------------------|
|                                  Virtual Channel Identifier                                   |
|                                         (VCI 8 bits)                                          |
|-----------------------------------------------------------------------------------------------|
|      Virtual Channel Identifier               |      Payload Type Identifier    | Cell Loss   |
|            (VCI 4 bits)                       |              (PTI 3 bits)       |Priority(CLP)|
|-----------------------------------------------------------------------------------------------|
|                                      Header Error Check                                       |
|                                         (HEC 8 bits)                                          |
|-----------------------------------------------------------------------------------------------|
|                                                                                               |
|                                                                                               |
|                                             Payload                                           |
|                                            (48 bytes)                                         |
|                                                                                               |
|                                                                                               |
-------------------------------------------------------------------------------------------------
Significados dos vários campos da célula ATM
  • Os campos VCI (Virtual Chanel Identifier) e VPI(Virtual Path Identifier) são os campos necessários para que os comutadores possam efetuar a comutação das células
  • O campo PT identifica o tipo de célula, que pode ser:
  • Qualquer nó congestionado pode modificar, assim que recebe a célula, o seu cabeçalho de forma a indicar que a célula passou por um nó em congestionamento.
  • O campo CLP(Cell Loss Priority) indica a prioridade para o descarte de células pelos comutadores. O valor CLP=1 para uma célula implica que, caso o nó tenha que descartar, esta célula será descartada primeiro.
  • O campo HEC(Header Error Check) é utilizado para a verificação de erros de transmissão. O HEC permite à camada física a verificação da integridade do cabeçalho.
  • O campo GFC aparece somente no cabeçalho das células UNI. Algumas alternativas para uso deste campo seriam para marcar como ociosa a célula, ou para marcá-la como sendo de informação de manutenção e operação da camada física.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

  • José Gouveia e Alberto Magalhães. Redes de Computadores (Curso Completo). [S.l.: s.n.]«Formato da célula ATM». Consultado em 15 de fevereiro de 2012.
  • https://www.broadband-forum.org

Referências

  1. Ir para cima ATM Forum, The User Network Interface (UNI), v. 3.1, ISBN 0-13-393828-X, Prentice Hall PTR, 1995, page 2.
  2. Ir para cima McDysan, David E. and Spohn, Darrel L., ATM : Theory and ApplicationISBN 0-07-060362-6, McGraw-Hill series on computer communications, 1995, page 563.
  3. Ir para cima «Recommendation I.150, B-ISDN asynchronous transfer mode functional characteristics». ITU
  4. ↑ Ir para:a b McDysan (1999), p. 287.
  5. Ir para cima Siu, Kai-Yeung. «A Brief Overview of ATM: Protocol Layers, LAN Emulation, and Traffic Management» (PDF)ACM Computer Communications Review, vol. 25, pp. 6–20, Apr. 1995. Consultado em 25 de abril de 2016.
  6. Ir para cima Erro de citação: Código <ref> inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome :0
  7. Ir para cima «The ATM Forum Technical Committee: 622.08 Mbps Physical Layer Specification af-phy-0046.000» (PDF). The ATM Forum. Janeiro de 1996
  8. Ir para cima Bannister, Jeffrey (2004). Convergence Technologies for 3G Networks: IP, UMTS, EGPRS and ATM. [S.l.]: wiley


sexta-feira, 8 de março de 2013

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VALE A PENA. LEIAM TUDINHO.
"Cicatrizes"


Foto: VALE A PENA. LEIAM TUDINHO.
"Cicatrizes"

Um menino tinha uma cicatriz no rosto, as pessoas do colégio não falavam com ele nem sentavam ao seu lado, na realidade quando os colegas do colégio o viam franziam a testa devido a cicatriz ser muito feia… Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não frequentasse mais o colégio, o professor levou o caso à direto
ria do colégio. A diretoria ouviu e chegou a seguinte conclusão: Que não poderia tirar o menino do colégio e que conversaria com o menino pra que ele fosse o ultimo a estrar em sala de aula e o primeiro a sair, desse forma nenhum aluno via o rosto do menino, a não ser que olhassem pra trás. O professor achou magnifica a ideia da diretoria, sabia que os alunos não olhariam mais pra trás. Levado ao conhecimento do menino da decisão ele prontamente aceitou a imposição do colégio, mas com uma condição: que ele compareceria na frente de todos os colegas do colégio, para dizer o porque daquela CICATRIZ. A turma concordou e no dia seguinte o menino entrou e dirigiu-se a frente da sala de aula e começou a relatar: – Sabe turma, eu entendo vocês. Essa cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri:- Minha mãe era muito pobre e pra ajudar na alimentação da casa ela passava roupa pra fora… eu tinha por volta de 7 ou 8 anos de idade…(A turma tava em silencio atenta a tudo…) o menino continuou: – Além de mim, tinha mais 3 irmãozinhos um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha de apenas alguns dias de vida..(SILENCIO TOTAL NA SALA). Foi aí que não sei como a nossa casa que era simples e toda de madeira começou a pegar fogo.. minha mãe correu ate o quarto em que estávamos, pegou meu irmão de 4 anos o de 2 anos e eu pelo braço e nos levou pra fora, havia muita fumaça, as paredes que eram de madeira pegavam fogo e estavam muito quentes… minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e pediu que eu ficasse ali ate ela voltar, pois minha mãe tinha que voltar a casa e pear a minha irmãzinha que ainda ficara no quarto em chamas.. só que quando minha mãe tentou entrar na casa em chamas as pessoas que estavam ali não deixaram minha mãe pegar minha irmãzinha e via minha mãe gritar: “minha filha esta la dentro”! Vi no rosto da minha mãe o desespero, o horror e ela gritava, mas aquelas pessoas não deixavam minha mãe buscar minha irmãzinha. Foi aí que decidi: Deixei meus irmãos e disse-lhes que não saísse de la ate eu voltar, sai entre as pessoas e sem que eles percebessem eu entrei na casa… Havia muita fumaça, estava tudo muito quente,mas eu tinha que pegar minha irmãzinha. Eu sabia o quarto em que ela estava. Quando cheguei ao quarto la estava ela enrolada num lençol e chorava muito. Nesse momento vi alguma coisa caindo e então me joguei sobre ela pra protege-la e aquela coisa quente tocou no meu rosto. (a turma estava quieta, atenta ao menino e envergonhada) então o menino continuou: Vocês podem ate achar essa CICATRIZ feia, mas tem alguém la em casa que a acha linda e todos os dias quando eu chego, ela minha irmãzinha a beija porque sabe que a marca do AMOR.

Pra você que leu essa historia ate o fim, queria dizer que o mundo esta cheio de cicatrizes. Não falo da cicatriz visível, mas das cicatrizes que não se veem, estamos sempre prontos a abrir cicatrizes nas pessoas, seja com palavras ou ações. Ha aproximadamente 2000 anos JESUS CRISTO adquiriu algumas cicatrizes nas mãos, pés, corpo e cabeça. Essas cicatrizes eram nossas, mas Ele nos protegeu e morreu em nosso lugar e ficou com todas aquelas cicatrizes. Essas também são marcas DE AMOR.

Um menino tinha uma cicatriz no rosto, as pessoas do colégio não falavam com ele nem sentavam ao seu lado, na realidade quando os colegas do colégio o viam franziam a testa devido a cicatriz ser muito feia… Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não frequentasse mais o colégio, o professor levou o caso à direto
ria do colégio. A diretoria ouviu e chegou a seguinte conclusão: Que não poderia tirar o menino do colégio e que conversaria com o menino pra que ele fosse o ultimo a estrar em sala de aula e o primeiro a sair, desse forma nenhum aluno via o rosto do menino, a não ser que olhassem pra trás. O professor achou magnifica a ideia da diretoria, sabia que os alunos não olhariam mais pra trás. Levado ao conhecimento do menino da decisão ele prontamente aceitou a imposição do colégio, mas com uma condição: que ele compareceria na frente de todos os colegas do colégio, para dizer o porque daquela CICATRIZ. A turma concordou e no dia seguinte o menino entrou e dirigiu-se a frente da sala de aula e começou a relatar: – Sabe turma, eu entendo vocês. Essa cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri:- Minha mãe era muito pobre e pra ajudar na alimentação da casa ela passava roupa pra fora… eu tinha por volta de 7 ou 8 anos de idade…(A turma tava em silencio atenta a tudo…) o menino continuou: – Além de mim, tinha mais 3 irmãozinhos um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha de apenas alguns dias de vida..(SILENCIO TOTAL NA SALA). Foi aí que não sei como a nossa casa que era simples e toda de madeira começou a pegar fogo.. minha mãe correu ate o quarto em que estávamos, pegou meu irmão de 4 anos o de 2 anos e eu pelo braço e nos levou pra fora, havia muita fumaça, as paredes que eram de madeira pegavam fogo e estavam muito quentes… minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e pediu que eu ficasse ali ate ela voltar, pois minha mãe tinha que voltar a casa e pear a minha irmãzinha que ainda ficara no quarto em chamas.. só que quando minha mãe tentou entrar na casa em chamas as pessoas que estavam ali não deixaram minha mãe pegar minha irmãzinha e via minha mãe gritar: “minha filha esta la dentro”! Vi no rosto da minha mãe o desespero, o horror e ela gritava, mas aquelas pessoas não deixavam minha mãe buscar minha irmãzinha. Foi aí que decidi: Deixei meus irmãos e disse-lhes que não saísse de la ate eu voltar, sai entre as pessoas e sem que eles percebessem eu entrei na casa… Havia muita fumaça, estava tudo muito quente,mas eu tinha que pegar minha irmãzinha. Eu sabia o quarto em que ela estava. Quando cheguei ao quarto la estava ela enrolada num lençol e chorava muito. Nesse momento vi alguma coisa caindo e então me joguei sobre ela pra protege-la e aquela coisa quente tocou no meu rosto. (a turma estava quieta, atenta ao menino e envergonhada) então o menino continuou: Vocês podem ate achar essa CICATRIZ feia, mas tem alguém la em casa que a acha linda e todos os dias quando eu chego, ela minha irmãzinha a beija porque sabe que a marca do AMOR.

Pra você que leu essa historia ate o fim, queria dizer que o mundo esta cheio de cicatrizes. Não falo da cicatriz visível, mas das cicatrizes que não se veem, estamos sempre prontos a abrir cicatrizes nas pessoas, seja com palavras ou ações. Ha aproximadamente 2000 anos JESUS CRISTO adquiriu algumas cicatrizes nas mãos, pés, corpo e cabeça. Essas cicatrizes eram nossas, mas Ele nos protegeu e morreu em nosso lugar e ficou com todas aquelas cicatrizes. Essas também são marcas DE AMOR.


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013



Estreou nesta Quarta feira o Espetáculo dirigido por Paulo Santana e Marluce Oliveira, que relata um dos grandes sucessos da banda Legião Urbana.
Com a "casa cheia", o espetáculo trouxe grandes lembranças da geração do Rock Nacional dos anos 80". Uma mistura de rock, dança, teatro e até um "Momento religioso".















terça-feira, 9 de outubro de 2012

SEGUE ABAIXO UM TUTORIAL QUE ENSINA A CRIAR UM SERVIDOR FTP.

Olá. Neste tutorial, você vai aprender a criar um servidor FTP. Antes de mais nada, é necessário saber o que é FTP e para que serve. FTP é a sigla de File Transfer Protocol, Protocolo de Transferência de arquivos. Num site FTP, o usuário poderá baixar os arquivos disponíveis e, em alguns casos, poderá hospedar arquivos também. Os sites FTP são diferentes de um site comum (HTTP). A principal característica deles é que ao invés de apresentar escritas, banners, figuras, etc, são exibidos arquivos e pastas, tal como acontece no Windows Explorer. Podemos citar como exemplo o FTP da Microsoft (ftp://ftp.microsoft.com/).
Se você gostou do FTP da Microsoft e gostaria de fazer um site igual, você precisará do seguinte:


- Um Servidor FTP

- Um domínio

- Um atualizador de IP (se o seu IP for dinâmico)

1. Servidor FTP

Este é o componente básico para que seja possível a criação do site FTP. Servidor FTP é o programaresponsável por determinar quais arquivos devem ser compartilhados, além de outra funções básicas. Um dos melhores e mais simples de usar é o CesarFTP que pode ser baixado aqui.
Após instalar o servidor, abra-o clicando no atalho da Área de trabalho ou usando o Menu Iniciar. Feito isso, clique no botão User Groups settings da janela principal do programa.

Na nova janela que abrir, clique no botão Add User. No campo User/Group name digite o seu nome. Agora, se você quiser criar um site FTP privado, onde apenas algumas pessoas podem entrar, preencha o campo Login com um nome de usuário, marque a caixa Password e digite uma senha. Dessa forma, só terá acesso ao seu site quem souber a senha. Agora, se você quer criar um site aberto à todos, simplesmente clique no botão Anonymous Access, deixando a caixa Password desmarcada.

Agora clique em File Access Rights. Irá surgir uma janela dividida em duas partes: a de cima mostra os seus arquivos e a de baixo, os arquivos que irão aparecer no FTP. Arraste para a parte de baixo, os arquivos que você deseja compartilhar.

Se quiser criar uma nova pasta no seu FTP, clique com o botão direito do mouse no painel inferior e clique em Add a virtual directory.
Quando terminar de compartilhar os seus aruqivos, clique em Close.
Pode parecer incrível, mas o seu servidor está pronto e já pode ser acessado. Para acessar o seu site, conecte-se à Internet, em seguida clique em Server options, na janela principal. Na guia IP Configuration veja aqul é o seu IP olhando na coluna Home IP. Agora que você já sabe o seu IP, digite-o o precedido de 'ftp://' na barra de endereços do seu browser (Ex.: ftp://127.0.0.1). Se o site abrir, significa que foi configurado corretamente.

1.1. Controlando o acesso

Quando um usuário entra no seu FTP, você será notificado e poderá monitorar tudo que ele fizer por lá. Vc pode fazer isso clicando no menu Statistics e em seguida em Show. Vc também pode determinar se os usuários poderão acessar o seu site em um dado momento. Para isso, basta clicar no ícone de Semáforo da barra de ferramentas. Quando ele mudar para vermelho, o seu servidor será fechado e nenhum usuário poderá entrar e, quem já estiver navegando, será desconectado do FTP e as atividades serão canceladas. Clicando no ícone de um cadeado, o semáforo mudará para amarelo e o seu servidor ficará fechado apenas para quem quiser entrar, mas os usuários que estiverem navegando no momento continuarão lá. Clicando novamente no ícone de semáforo, ele mudará para verde, o que significa que o servidor está aberto para quem quiser entrar.

2. Criando um domínio

Vc pode acessar o seu servidor pelo IP, mas a melhor forma de acessar o seu servidor é através de um endereço. Se você tem IP dinâmico (q muda a cada conexão à Internet), seria totalmente inviável a divulgação do mesmo, já que mudaria na sua próxima conexão e ficaria inacessível. E quem tem IP fixo (q não muda nunca) poderia divulgá-lo normalmente, mas isso poderia atuar como uma brecha de segurança já que muitas pessoas mal-intencionadas poderiam usá-lo para invadir a sua máquina e fazer mil coisas em seu micro. Para evitar isso, é necessário configurar um domínio para o seu site. Um domínio, nada mais é do que um endereço fixo. Para registrar um domínio GRATUITAMENTE, acesse o site www.no-ip.com, clique em Sign-up e preencha o formulário corretamente. Vc receberá um e-mail com a confirmação do seu cadastro. Então faça o login no site através do seu e-mail e da senha que você criou no cadastro e, no lado esquerdo da página, clique em Add. Defina um host e uma terminação para o seu endereço. Por exemplo, se você escolheu como host arquivos e a terminação no-ip.com, seu endereço será ftp://arquivos.no-ip.com. Digite o seu endereço IP e clique no botão Create Host. Se você tem IP fixo, não precisa fazer mais nada porque o seu site já está configurado. Agora é só usar o endereço que você criou para acessá-lo. Se você tem IP dinâmico precisa seguir o passo seguinte.

3. Atualizador de IP

Baixe o atualizador de IP do No-IP neste link. Após a instalação, entre com o seu e-mail e senha cadastrados no no-IP. Marque a caixa ao lado do seu host e clique no botão Options. Na guia Standard marque a primeira caixa de diálogo se estiver usando Windows9x/Me ou marque a segunda caixa se estiver usando Windows NT, 2000 ou XP. Por fim, clique em OK. Pronto, o seu servidor FTP está devidamente criado e configurado. Agora é só divulgar o endereço.

OBSERVAÇÃO: Como vocês podem ver nas páginas seguintes, muitos usuários de Internet banda larga (ADSL) não conseguiram criar o seu servidor FTP. Isso se deve pelo motivo que os serviços de banda larga bloqueiam certas portas do modem impedindo que os usuários criem servidores FTP pessoais. Felizmente, isso foi resolvido com o tópico target="_blank">Servidor FTP x ADSL Brasil Telecom (Turbo) criado pelo moacir_79.
Portanto, quem quiser criar um servidor FTP usando banda larga, deve acessar o tópico e seguir as instruções disponíveis lá.

Fonte: Fórum Baboo
http://www.oficinadanet.com.br/artigo/463/como_criar_um_servidor_ftp


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